segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Onde está o Wally?!


Quis conhecer uma nova loja que vende produtos licenciados do meu time. Estava por ali, passeando no parque e resolvi entrar. A loja é ampla, bem distribuída, tem produtos originais, bem diferentes daqueles que encontramos em quiosques de shopping ou mesmo na própria loja do estádio. Depois de dar uma boa olhada na loja, procurei por um vendedor pra tirar uma dúvida sobre um modelo de camiseta e..... eis que não encontro nenhum pra me atender! Na verdade, não que eles não existissem, mas como não estavam uniformizados, pensei que fossem clientes, como eu!

A questão da uniformização dos funcionários pode parecer antiquada, mas na verdade, em se tratando de lojas "sem balcão", ou seja, lojas em que os vendedores circulam por entre as gôndolas, e sendo a loja de uma dimensão maior, é imprecindível que haja algum tipo de uniformização. No caso de uma loja de time de futebol, perde-se a oportunidade ímpar de divulgar modelos de camisas, agasalhos, etc.

Há uma grande livraria que também adota esse estilo, o de não uniformizar os funcionários, dando total liberdade para que se vistam da forma que desejarem. Entendo que é importante, até pela própria cultura da empresa, que se dê tal liberdade. No entanto, a prioridade deve ser o cliente, que deve encontrar com facilidade um funcionário para auxiliá-lo, quando necessário. Uma camiseta colorida poderia ser uma boa opção nesse caso. Os funcionários poderiam deixar para as calças, sapatos e acessórios uma forma de expressar sua personalidade....

O Mercado Público de Porto Alegre tira nota 10 nesse quesito. Desafio alguém que, circulando pelo mercado, tenha dificuldade em encontrar um funcionário, de qualquer banca que seja, sem uniforme ( normalmente um jaleco em cores azul ou verde, com a identificação da respectiva banca).

Um comentário: