Leitor de Porto Alegre
É provável que essa rede de farmácias não tenha um direcionamento
específico de seus colaboradores no atendimento por telefone por uma única
razão: existe, em tese, um televendas que “cumpre” esse papel. Desta forma, crê
a empresa que tendo um canal de VENDAS por telefone basta. Esquece-se, no
entanto, que, na medida em que coloca à disposição do cliente um meio de
comunicação com a loja por telefone, deve manter o padrão do atendimento que
prestaria no formato presencial. Até porque, se o cliente liga para a loja é
porque quer informações; se quizesse comprar ligaria para o televendas.
Importantíssimo ter claro que os papéis dos diversos canais de vendas, que
em certos momentos até podem se sobrepor, nunca devem deixar de cumprir seu
papel principal. O cliente, em qualquer que seja o formato, não pode deixar de
obter a informação que deseja. O atendente da farmácia poderia ter dito ao
cliente que verificaria o desconto correto a ser aplicado naquele caso e que
entraria em contato tão logo fosse possível, para confirmar as informações, por
exemplo. O fato de não dispor, no momento, da possibilidade de obter a
informação não o impede de esforçar-se em obtê-la. Os clientes sabem reconhecer
o esforço no atendimento, e esses movimentos são importantes porque passam
confiança, credibilidade.
Legal o comentário Camille, foi isso mesmo que aconteceu e também acho que foi porque eles tem o televendas que não me deram atenção. Só que perderam a chance de me vender, porque só queria confirmar os preços pra poder ir pessoalmente na loja comprar...
ResponderExcluirIsso se chama preguiça, pois provavelmente dava pra ver o desconto no computador do balcão do atendimento, não precisa ver no do caixa...
ResponderExcluirEstamos cansados do despreparo de todos no comércio. Em alguns lugares não são mais vendedores, e sim representantes de marcas. Seja que nome for, treinamentos passam longe da formação deles...
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